Piauí Mora Bem Piauí
Governador apresenta Morar Bem Piauí, programa que prevê subsídio de até R$ 10 mil
O programa prevê o subsídio de até R$ 10 mil para quem ganha de um a seis salários mínimos, a fim de diminuir o valor da entrada na compra de imóveis.
16/10/2023 23h35 Atualizada há 7 meses
Por: Nichollas Castro

O governador Rafael Fonteles apresentou, nesta segunda-feira (16), no Palácio de Karnak, o Programa Estadual de Subsídio Habitacional - Morar Bem Piauí. Realizado pela Agência de Desenvolvimento Habitacional (ADH), em parceria com a Caixa Econômica Federal e com o Sindicato da Indústria de Construção Civil (Sinduscon), o programa tem orçamento avaliado em R$ 20 milhões e prevê o subsídio de até R$ 10 mil para quem ganha de um a seis salários mínimos, a fim de diminuir o valor da entrada na compra de novos imóveis.

Com o programa, o Governo do Piauí quer incentivar a aquisição de unidades habitacionais, com o intuito de trazer melhor qualidade de vida às famílias e diminuir o déficit habitacional. Além disso, a ideia é movimentar a economia com a construção de novos empreendimentos habitacionais, gerando emprego e renda no estado.

Segundo o governador Rafael Fonteles, o programa se soma ao Minha Casa, Minha Vida e a outros programas federais para fomentar ainda mais o financiamento de moradias no Piauí. "O objetivo é que o nosso estado seja proporcionalmente o que melhor vai aproveitar esses programas federais, visto que somado a eles, teremos o nosso programa estadual", explicou o governador.

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Além do subsídio, chamado de cheque-moradia, o Governo do Estado irá destinar imóveis estaduais para fins habitacionais. "Estamos fazendo o mapeamento de todos os imóveis que pertencem ao patrimônio estadual, que são cerca de 3 mil na capital e no interior, para que alguns sejam destinados para a construção de habitações. Ou seja, também vamos entrar com o subsídio de terrenos, para facilitar ainda mais o financiamento de moradias que vierem a ser construídas nesses locais", afirmou Rafael Fonteles.

O público-alvo do programa é dividido em duas faixas (A e B). Fazem parte da faixa A as famílias com renda mensal de até três salários mínimos. As famílias com renda superior a três salários e com até seis salários fazem parte da faixa B. Pessoas com deficiência, idosos, mulheres vítimas de violência doméstica e servidores públicos são as prioridades dentro do programa.